Dezirée & Lucca Forever

sábado, junho 23

Eu, Bethânia e Clarice "Caleidoscópia"


Como é bom amar!
Como é bom ouvir uma música e lembrar de um tempo que fez bem e a partir daí sentir em uma onda, no corpo, o nascimento de um sorriso sincero, de uma emoção tão verdadeira que inebria a alma.

Esses momentos de reencontro conseguem apaziguar fases difíceis, sem deixar que sejam masoquistas, melancólicas ou pesadas de sentir.

Amar é um exercício maravilhoso.

Sinto por ver que tantas pessoas fogem disso e o quanto querem, mas não se entregam...
As nossas histórias permanecem em nós, fazendo parte de cada pedaço...
Não há como sentir solidão, tendo em si tantos momentos intensos.


Quando um amor se vai é que realmente conseguimos entender a importância dele em nossa vida...
Claro que ele não precisaria ir, mas nem sempre é possível continuar...


Embora o período de separação seja doloroso, o tempo aos poucos vai reajustando a vida, os sóis e as emoções...

Betânia recita um trecho lindo que reflete bem isso, eis-lo:


"Quanto a mim o amor passou, eu só te peço que não faça como gente vulgar, e não me volte a cara quando passe por si,  nem tenha de mim uma recordação e que em rigor, fiquemos um perante o outro, como dois conhecidos desde a infância que se amaram muito quando meninos, embora na vida adulta sigam outras afeições, conserva-nos em  ninho da alma, a memória de seu amor antigo..."

Fênix Forever


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