Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas chocam, e do caos nascem as estrelas... ""Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira." Cecília Meireles."

Clarice Lispector


É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

Como eu não tenho o dom de ler pensamentos, eu me preocupo somenteem ser amigo e não saber quem é inimigo. Pois assim, eu consigo apertara mão de quem me odeia e ajudar a quem não faria por mim o mesmo.

Dezirée Forever

Clarice Lispector

Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.

Denuncie!

rsrsrs

Domingo, Junho 29

LIBERDADE! Free Like We Won't Be (tradução)Bob Marley

"...Me diga que somos livres como queremos ser
Você é livre você é livre?
Mantido na emoção
Vão causar uma explosão
Deixe seu amor irDeixe-me saber
Alugmas pessoas esperam
Não é aquilo que conseguiram
Não se torna escravo
Dos caminhos ruins e da maldade deles
Nós somos livres como queremos ser?
Você é livre como queria ser?
Nós somos livres como queremos ser?...

Sábado, Junho 28

DAR NÃO É FAZER AMOR

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra daro primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
"A vida é a arte de tirar conclusões suficientes de dados insuficientes"


Sexta-feira, Junho 27

Trabalhar a educação para o fim da descriminação

Saber o que é estável e o que é circunstancial em uma pessoa, conhecer suas características e potencialidades e reconhecer seus limites é central para o desenvolvimento da identidade e para a conquista da autonomia. A capacidade das crianças de terem confiança em si próprias e o fato de sentirem-se aceitas, ouvidas, cuidadas e amadas, oferecem segurança para a formação social e pessoal. A possibilidade de desde cedo efetuarem escolhas e assumirem pequenas responsabilidades favorece o desenvolvimento da autonomia, essencial para as crianças se sentirem confiantes e felizes.
O desenvolvimento da identidade e da autonomia estão intimamente relacionados com os processos de socialização. Nas interações sociais se dá a ampliação dos laços afetivos que as crianças podem estabelecer com as outras crianças e com os adultos, contribuindo para o reconhecimento do outro e constatação das diferenças entre as pessoas para que sejam valorizadas e aproveitadas para o enriquecimento de si próprias.
Isso pode ocorrer nas instituições de educação infantil que se constituem, por excelência, em espaços de socialização, pois propiciam o contato e o confronto com adultos e crianças de várias origens socioculturais, de diferentes religiões, etnias, costumes, hábitos e valores, fazendo dessa diversidade um campo privilegiado de experiência educativa.
A Instituição educativa por ser um corpo social e indissolúvel pode assim, criar condições para as crianças conhecerem, descobrirem e ressignificarem novos sentimentos, valores, idéias, costumes e papéis sociais.
Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de reconhecimentos, até as diferenças de gênero, de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear a relações cotidianas. Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido às suas características peculiares, estão mais sujeitas a discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem-se criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa ou de trabalho.
É de estrema necessidade que consigamos acabar com o viés discriminatório que por décadas assolou nossos pensamentos, fazendo com que , sem sentir tomássemos atitudes preconceituosas e excludentes.

Quinta-feira, Junho 26

Educação infantil, um percurso importante na formação do indivíduo


A educação Infantil no Brasil tem evoluído de certa forma acompanhando a história do mundo, tendo características próprias. Até meados do século XIX, o atendimento de crianças pequenas longe da mãe em instituições como creches ou parques infantis praticamente não existiam no Brasil.
A partir do século XIX foi trazido da Europa para o Brasil o preceito educacional do movimento das Escolas Novas. O jardim-de-infância, um desses “produtos” estrangeiros foi recebido com entusiasmo por alguns setores sociais.
Nesse período, a preocupação com os menores das camadas sociais mais pobres também fazia parte do discurso da imprensa e nos debates legislativos.
A entrada da mulher no mercado de trabalho em número cada vez maior ajudou no aparecimento de creches e pré-escolas, principalmente na rede particular. Com essa mudança, o padrão educacional passa a ter outros aspectos cognitivos, emocionais e sociais da criança.
De acordo com as necessidades e a evolução da sociedade, surge a necessidade de uma educação institucionalizada para criança de zero à seis anos, a chamada Educação Infantil. Dessa forma no Brasil esse atendimento é reconhecido na Constituição Federal de 1988. Desde então a responsabilidade por este segmento educacional passa do ponto de vista legal ser do Estado nas creches e pré-escolas.
Em 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente vem reafirmar este direito. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, promulgada em dezembro de 1996, de forma decisiva, vincula o atendimento da criança de zero à seis anos, na educação.
As propostas curriculares espalhadas pelo Brasil, caracterizam a nossa sociedade plural, por isso surge um documento realizado pelo Ministério da Educação e do Desporto chamado “Proposta Pedagógica e Currículo em Educação Infantil”, como um documento orientado que visa amparar as instituições responsáveis pela Educação Infantil, buscando uma melhor qualidade nesta etapa educacional, onde pretende subsidiar na preparação gradualmente ou a execução de programas e currículos proporcionais às realidades locais.
O Referencial Curricular para Educação Infantil é apenas uma proposta aberta, flexível e não obrigatória.
A infância é hoje reconhecida como condição e direito das crianças.
Com o tempo, as transformações da sociedade ampliaram a duração da infância, aumentando a preocupação com a preparação dos filhos para a vida.
O que ocorre, é que apesar de toda essa transformação e desenvolvimento, se percebe um claro jogo de responsabilidades. A família incube a escola de dar ao seu filho limites, que deveriam vir de casa e a escola espera da família uma participação mais efetiva, ou pelo menos, mais consciente de seu papel na construção educacional de seus alunos.
O papel da Educação Infantil, na constituição do indivíduo necessita de uma insurgente atenção, porque cada vez mais o emaranhado de valores, regras, culturas e normas que permeiam a evolução do homem se entrelaçam e se condicionam, deixando um aparente “caos” em relação ao verdadeiro papel do aluno, do mediador, da família, da sociedade e da escola.

Quarta-feira, Junho 25

Mário Quintana-


...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Antonine Watteau

A Peregrinação de Watteau à ilha do Amor


O nobre sentimento chamado amor, cuja tradição define como o maior dos sentimentos, acompanha a História ao longo de todas as suas representações.
É importante ressaltar também, que para alguns, sempre foi impossível sua definição, enquanto que durante várias épocas (inclusive atualmente!) ele continuou percorrendo o imaginário social e se transfigurando em grandes obras teatrais, melodias, literaturas, esculturas e pinturas.
No livro intitulado “A Peregrinação de Watteau à ilha do Amor”, o escritor Norbert Elias, descreve com grande magnitude o quanto uma pintura pode ser expressiva e representar com isso toda a articulação social relativa ao momento de sua criação.
Quando lemos o título do livro já imaginamos que ele deva tratar de alguém, chamado Watteau partindo para uma ilha onde o amor seria seu anfitrião.
Esse imaginário simbólico, “símbolo da totalidade, e da clareza”, segundo Walter Benjamim traduz toda a visão romântica que percorria a sociedade da corte e transfigura-se anacronicamente a nossa contemporaneidade.
Quando problematizamos o contexto no qual nasceu Watteau e sua pintura, transformamos essa simbologia em uma alegoria que nos possibilita compreender melhor a utopia social que gravitava em torno desse tema, pois citando ainda Walter Benjamim “a alegoria pretende uma tradução sensível do conceito”.
Elias traça com detalhes todas as possibilidades de sentimentos representativos no quadro, justamente a partir de seus estudos de história da arte e de fontes secundárias, das quais ele se fundamentara.
Ele percebe na essência de Watteau suas intenções, o que supõe seu entendimento a cerca da vida e obra do mesmo.
Watteau foi um homem irritável, introspectivo e inquieto. Era distante por natureza e a adulação de estranhos tornava-o impaciente. Nasceu no período de Luis XIV, época na qual a aristocracia era representada ludicamente nas artes, como forma de firmar sua supremacia.Ao procurar em Paris desenvolver seu talento, ele descobre o teatro e passa a representá-lo em suas pinturas, dando fascínio e brilho aos pobres camponeses das feiras (...).
Em Peregrinação à ilha de Citera, vê-se os bailes parisienses, a alegria de viver e a atmosfera sensual que fez de Paris, nos anos da Regência de Philippe d’Orléans, sucessor de Luís XIV, a capital européia da música, do teatro e do jogo. Esta modalidade da pintura de gênero representa jovens galantes, em cenas que evocam as festas da Corte, nos primeiros momentos do reinado de Luís XIV.
Pode-se perceber que dentro de toda discussão política e ideológica, o amor tende a ser o caminho para a nostalgia, a fuga da realidade, seja ela desejada ou não. Conforme demonstra a pintura de Watteau no transcorrer dos momentos históricos e conseqüentes mudanças de interpretações, embasadas na política social vigente, a ilha do Amor seria o reduto da paz e do equilíbrio desejado por todos, em todas as épocas.

Domingo, Junho 22

São João Apoio 2008

Sexta-feira, Junho 20

Teu Amor é Como um Alien Dentro de Mim

Tudo começou como uma brincadeira

Que foi crescendo, crescendo, crescendo, crescendo...
E hoje eu me acho
Completamente perdido

Estou andando em círculos pra ver se me encontro
Minha cabeça gira e eu fico ainda mais tonto
E tudo isso porque
Estou amando você
Quantos versos mais eu devo compor
Para demonstrar um grande amor?
Sei que devo estar sendo até piegas
Mas todos que amam são meio bregas

REFRÃO

Teu amor é como um alien dentro de mim

Que me come e me rasga mas eu gosto mesmo assim
Sei que você deve achar que esse é um lance mas ô
Mas o que parece insano eu chamo de amor

Sábado, Junho 14

O mundo sem mulheres! (Arnaldo Jabor)

Recebi essa mensagem por e-mail e achei que ela deveria ser publicada aqui...

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?
O sujeito quer ficar famoso pra quê?
O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.

E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.
Já pensou?
Um casamento sem noiva?
Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.
ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em
nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus
abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo
para que mais nada lhes cause dor.
Isso NÃO é uma corrente, apenas mande para todas as mulheres de sua lista, para elas perceberem o quanto são importantes, e para os homens, para que eles lembrem o quanto as mulheres são essenciais !!!

Segunda-feira, Junho 9

Charles Chaplin...Eis!



A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

 
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