Clarice Lispector
Domingo, Junho 29
LIBERDADE! Free Like We Won't Be (tradução)Bob Marley
Sábado, Junho 28
DAR NÃO É FAZER AMOR
Dar é dar. Sexta-feira, Junho 27
Trabalhar a educação para o fim da descriminação
Saber o que é estável e o que é circunstancial em uma pessoa, conhecer suas características e potencialidades e reconhecer seus limites é central para o desenvolvimento da identidade e para a conquista da autonomia. A capacidade das crianças de terem confiança em si próprias e o fato de sentirem-se aceitas, ouvidas, cuidadas e amadas, oferecem segurança para a formação social e pessoal. A possibilidade de desde cedo efetuarem escolhas e assumirem pequenas responsabilidades favorece o desenvolvimento da autonomia, essencial para as crianças se sentirem confiantes e felizes.O desenvolvimento da identidade e da autonomia estão intimamente relacionados com os processos de socialização. Nas interações sociais se dá a ampliação dos laços afetivos que as crianças podem estabelecer com as outras crianças e com os adultos, contribuindo para o reconhecimento do outro e constatação das diferenças entre as pessoas para que sejam valorizadas e aproveitadas para o enriquecimento de si próprias.
Isso pode ocorrer nas instituições de educação infantil que se constituem, por excelência, em espaços de socialização, pois propiciam o contato e o confronto com adultos e crianças de várias origens socioculturais, de diferentes religiões, etnias, costumes, hábitos e valores, fazendo dessa diversidade um campo privilegiado de experiência educativa.
A Instituição educativa por ser um corpo social e indissolúvel pode assim, criar condições para as crianças conhecerem, descobrirem e ressignificarem novos sentimentos, valores, idéias, costumes e papéis sociais.
Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de reconhecimentos, até as diferenças de gênero, de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear a relações cotidianas. Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido às suas características peculiares, estão mais sujeitas a discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem-se criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa ou de trabalho.
É de estrema necessidade que consigamos acabar com o viés discriminatório que por décadas assolou nossos pensamentos, fazendo com que , sem sentir tomássemos atitudes preconceituosas e excludentes.
Quinta-feira, Junho 26
Educação infantil, um percurso importante na formação do indivíduo
A partir do século XIX foi trazido da Europa para o Brasil o preceito educacional do movimento das Escolas Novas. O jardim-de-infância, um desses “produtos” estrangeiros foi recebido com entusiasmo por alguns setores sociais.
Nesse período, a preocupação com os menores das camadas sociais mais pobres também fazia parte do discurso da imprensa e nos debates legislativos.
A entrada da mulher no mercado de trabalho em número cada vez maior ajudou no aparecimento de creches e pré-escolas, principalmente na rede particular. Com essa mudança, o padrão educacional passa a ter outros aspectos cognitivos, emocionais e sociais da criança.
De acordo com as necessidades e a evolução da sociedade, surge a necessidade de uma educação institucionalizada para criança de zero à seis anos, a chamada Educação Infantil. Dessa forma no Brasil esse atendimento é reconhecido na Constituição Federal de 1988. Desde então a responsabilidade por este segmento educacional passa do ponto de vista legal ser do Estado nas creches e pré-escolas.
Em 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente vem reafirmar este direito. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, promulgada em dezembro de 1996, de forma decisiva, vincula o atendimento da criança de zero à seis anos, na educação.
As propostas curriculares espalhadas pelo Brasil, caracterizam a nossa sociedade plural, por isso surge um documento realizado pelo Ministério da Educação e do Desporto chamado “Proposta Pedagógica e Currículo em Educação Infantil”, como um documento orientado que visa amparar as instituições responsáveis pela Educação Infantil, buscando uma melhor qualidade nesta etapa educacional, onde pretende subsidiar na preparação gradualmente ou a execução de programas e currículos proporcionais às realidades locais.
O Referencial Curricular para Educação Infantil é apenas uma proposta aberta, flexível e não obrigatória.
A infância é hoje reconhecida como condição e direito das crianças.
Com o tempo, as transformações da sociedade ampliaram a duração da infância, aumentando a preocupação com a preparação dos filhos para a vida.
O que ocorre, é que apesar de toda essa transformação e desenvolvimento, se percebe um claro jogo de responsabilidades. A família incube a escola de dar ao seu filho limites, que deveriam vir de casa e a escola espera da família uma participação mais efetiva, ou pelo menos, mais consciente de seu papel na construção educacional de seus alunos.
O papel da Educação Infantil, na constituição do indivíduo necessita de uma insurgente atenção, porque cada vez mais o emaranhado de valores, regras, culturas e normas que permeiam a evolução do homem se entrelaçam e se condicionam, deixando um aparente “caos” em relação ao verdadeiro papel do aluno, do mediador, da família, da sociedade e da escola.
Quarta-feira, Junho 25
Mário Quintana-
Antonine Watteau
A Peregrinação de Watteau à ilha do Amor

O nobre sentimento chamado amor, cuja tradição define como o maior dos sentimentos, acompanha a História ao longo de todas as suas representações.
É importante ressaltar também, que para alguns, sempre foi impossível sua definição, enquanto que durante várias épocas (inclusive atualmente!) ele continuou percorrendo o imaginário social e se transfigurando em grandes obras teatrais, melodias, literaturas, esculturas e pinturas.
No livro intitulado “A Peregrinação de Watteau à ilha do Amor”, o escritor Norbert Elias, descreve com grande magnitude o quanto uma pintura pode ser expressiva e representar com isso toda a articulação social relativa ao momento de sua criação.
Quando lemos o título do livro já imaginamos que ele deva tratar de alguém, chamado Watteau partindo para uma ilha onde o amor seria seu anfitrião.
Esse imaginário simbólico, “símbolo da totalidade, e da clareza”, segundo Walter Benjamim traduz toda a visão romântica que percorria a sociedade da corte e transfigura-se anacronicamente a nossa contemporaneidade.
Quando problematizamos o contexto no qual nasceu Watteau e sua pintura, transformamos essa simbologia em uma alegoria que nos possibilita compreender melhor a utopia social que gravitava em torno desse tema, pois citando ainda Walter Benjamim “a alegoria pretende uma tradução sensível do conceito”.
Elias traça com detalhes todas as possibilidades de sentimentos representativos no quadro, justamente a partir de seus estudos de história da arte e de fontes secundárias, das quais ele se fundamentara.
Ele percebe na essência de Watteau suas intenções, o que supõe seu entendimento a cerca da vida e obra do mesmo.
Watteau foi um homem irritável, introspectivo e inquieto. Era distante por natureza e a adulação de estranhos tornava-o impaciente. Nasceu no período de Luis XIV, época na qual a aristocracia era representada ludicamente nas artes, como forma de firmar sua supremacia.Ao procurar em Paris desenvolver seu talento, ele descobre o teatro e passa a representá-lo em suas pinturas, dando fascínio e brilho aos pobres camponeses das feiras (...).
Domingo, Junho 22
São João Apoio 2008
Sexta-feira, Junho 20
Teu Amor é Como um Alien Dentro de Mim
Tudo começou como uma brincadeira
Que foi crescendo, crescendo, crescendo, crescendo...
E hoje eu me acho
Completamente perdido
Estou andando em círculos pra ver se me encontro
Minha cabeça gira e eu fico ainda mais tonto
E tudo isso porque
Estou amando você
Quantos versos mais eu devo compor
Para demonstrar um grande amor?
Sei que devo estar sendo até piegas
Mas todos que amam são meio bregas
REFRÃO
Teu amor é como um alien dentro de mim
Sei que você deve achar que esse é um lance mas ô
Mas o que parece insano eu chamo de amor
Sábado, Junho 14
O mundo sem mulheres! (Arnaldo Jabor)
Recebi essa mensagem por e-mail e achei que ela deveria ser publicada aqui...
O sujeito quer ficar famoso pra quê?
O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.
Já pensou?
Um casamento sem noiva?
Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em
nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus
abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo
para que mais nada lhes cause dor.
Isso NÃO é uma corrente, apenas mande para todas as mulheres de sua lista, para elas perceberem o quanto são importantes, e para os homens, para que eles lembrem o quanto as mulheres são essenciais !!!
Segunda-feira, Junho 9
Charles Chaplin...Eis!

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?









